Cebola Caramelada

Uma deliciosa opção para dias de festa, com sabor agridoce, super exótico.

"Maionese" de Festa

Uma deliciosa combinação para dias especiais.

Enroladinho de Couve (Crudívoro)

Quem foi que disse que comida crua tem que ser feia, sem graça e sem sabor?

Pepinos Recheados

Mais uma delícia crudívora.

Salada com Hummus de Grão de Bico (Crudívoro)

Uma mistura de sabores exótica excelente para dias de verão.

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Saturday, November 24, 2012

Glúten e suas complicações


Glúten vira cola no intestino e provoca diversas complicações
Foto de alimentos que contém glúten
O inimigo de quem busca uma vida saudável está no pão, no bolo ou na cerveja. É o Glúten – uma substância encontrada no trigo, no centeio, na aveia e na cevada. Segundo médicos e especialistas, ao chegar no intestino o glúten transforma-se em uma espécie de cola grudando nas paredes intestinais. Com o passar do tempo, provoca saturação do aparelho digestivo, aumento da gordura na região do abdome, dores articulares, alergias cutâneas e depressão.

Muito desses problemas de saúde são em decorrência na mudança de cardápio dos brasileiros que passaram a comer em excesso alimentos ricos em glúten como pães, biscoitos, macarrão e bolos. Hoje até queijos embutidos vem com a substância. A nutróloga Clara do Brandão, do Ministério da Saúde, alerta para a criação de uma soberania alimentar. “Mandioca, milho e arroz no lugar do trigo importado, que faz tanto mal a saúde”, disse.

O corpo responde de diversas maneiras: obesidade, síndrome de resistência à insulina, deficiência de cálcio, alergias, diarréias e doenças auto-imunes. O nutrólogo João Curvo conta que os chineses consideram o excesso de glúten sinal de má higiene interna já que o metabolismo emperra, favorecendo bactérias que gostam de calor e estagnação.

A dieta sem glúten é moda nas academias pois o emagrecimento e a redução de gordura na área abdominal é comprovada. Muita gente está incluindo na alimentação pães de aipim e de milho, macarrão de arroz e cookies de soja. O nutricionista Leonardo Haus está recomendando a dessensibilização ao glúten. Trata de um período de três meses no qual não se pode comer os quatro cereais que contêm o glúten - trigo, centeio, cevada e aveia. “A idéia é uma reeducação alimentar. Você pode comer um pãozinho mas o excesso pode alterar todo o seu metabolismo, baixar a imunidade do organismo e levar doenças. Mas é bom lembrar que nem todo obeso tem essa intolerância alimentar”, explica.

Intestino sem glúten produz serotonina e gera alegria é a afirmação de especialistas da área nutricional. As dificuldades no começo da dieta podem aparecer por isso uma boa dica para ter o sucesso esperado é a ingestão constante de frutas, que além de leves são nutritivas e de baixa caloria. Outro fator importante é procurar no mercado alimentos produzidos com boa qualidade.

Pessoas alérgicas aos efeitos do glúten estão agindo de maneira mais radical e submetendo-se a colonterapia. Um procedimento de lavagem do intestino grosso que faz circular de 40 a 50 litros de água provocando uma limpeza geral. Um dado interessante: os alimentos em geral levam 18 horas da mastigação até a eliminação pelo reto. Alimento com o glúten leva 26 horas. Consumido em excesso vai retendo cada vez mais toxinas no organismo e promovendo a disbiose, que é a alteração da flora normal, com fermentação e retenção de líquidos. Podendo ocorrer uma série de doenças articulares, auto-imunes e depressão. Depois da colonterapia, o intestino volta a produzir o neurotransmissor da alegria – serotonima.

Ainda existem casos que as pessoas tem uma intolerância genética ao glúten, os celíacos. Pesquisas indicam que um em cada 300 brasileiros são portadores da doença. O diagnóstico é difícil pois é uma doença pouco conhecida no Brasil. Se o glúten é estritamente proibido para os celíacos, as pessoas que não sofrem do problema não precisam ser tão radicais. Comer um pãozinho de vez em quando está liberado.
Problemas relacionados ao consumo de glúten 

· Intolerância alimentar: o glúten é uma cola que adere as paredes intestinais e vai bloqueando o funcionamento do intestino. Os primeiros sintomas são intolerância alimentar, desconforto abdominal, gases e retenção de líquidos.
· Obesidade: Com o metabolismo lento não se processa devidamente os alimentos tendo como conseqüência o acúmulo de gordura abdominal.
· Baixa imunidade: afeta o sistema imunológico favorecendo doenças auto-imunes.
· Intoxicação e enxaqueca: o metabolismo estagnado dificulta a eliminação das toxinas elevando o risco de doenças como dores de cabeça e enxaquecas.
· Açúcar: Como o glúten é aliado do açúcar, seqüestrador do cálcio, aumentam os riscos de osteoporose, cáries, ranger de dentes, insônia, hipertensão e colesterol alto.

Fonte: Márcia Cezimbra do O GLOBO.

ATENÇÃO: A responsabilidade deste artigo é exclusiva de seu respectivo autor (fonte). 

Saturday, September 29, 2012

O Melhor Alimento




Hoje não deixo aqui uma receita exatamente, mas sim uma idéia muito simples e maravilhosa para um.bom começo de dia.

Aqui em casa temos por hábito comer basicamente frutas no desjejum, isso porque realmente acreditamos naquele ditado que diz que: "de manhã coma como um rei, de tarde como um príncipe e à noite como um mendigo"... Isso é certo, mas não no que se refere à quantidade e sim à qualidade. Leiam o texto que se segue e deliciem-se com a maravilha destas informações.

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O Melhor Alimento

MEDICINA PREVENTIVA / ORTOMOLECULAR / NUTROLOGIA

http://www.ceventura.com.br/

APRENDA MAIS UMA ! Para quem ainda não sabe!!!!

Fruta é o mais perfeito alimento, gasta uma quantidade mínima de energia para ser digerida e dá ao seu corpo o máximo em retorno.

O único alimento que faz seu cérebro trabalhar é glicose. A fruta é principalmente frutose (que pode ser transformada com facilidade em glicose), e na maioria das vezes 90-95 por cento de água. Isso significa que ela está limpando e alimentando ao mesmo tempo.

O único problema com as frutas é que a maioria das pessoas não sabe como comê-Ias de forma a permitir que o corpo use efetivamente seus nutrientes.

Deve-se comer frutas sempre com o estômago vazio. Por quê? A razão é que as frutas não são, em princípio, digeridas no estômago: são digeridas no intestino delgado.

As frutas passm rapidamente pelo estômago, dali indo para o intestino, onde liberam seus açúcares. Mas se houver carne, batatas ou amidos no estômago, as frutas ficam presas lá e começam a fermentar.

Você já comeu alguma fruta de sobremesa, após uma lauta refeição, e passou o resto da noite arrotando aquele desconfortável sabor restante? É porque você não a comeu da maneira adequada. Deve-se comer frutas sempre com o estômago vazio.

A melhor espécie de fruta é a fresca ou o suco feito na hora.

Você não deve beber suco de lata ou do recipiente de vidro. Por que não? A maioria das vezes o suco foi aquecido no processo de vedação e sua estrutura tornou-se ácida.

Quer fazer a mais valiosa compra que possa? Compre uma centrífuga. Você tem um carro? Venda-o e compre uma centrífuga. Ela levará você muito mais longe. Ou simplesmente, compre a centrífuga agora! Você pode ingerir o suco extraído na centrífuga como se fosse a fruta, com o estômago vazio. E o suco é digerido tão depressa que você pode comer uma refeição quinze ou vinte minutos mais tarde.

Isso não sou só eu quem diz. O dr. William Castillo, chefe da famosa clínica cardiológica Framington, de Massachusetts, declarou que fruta é o melhor alimento que podemos comer para nos proteger contra doenças do coração.

Disse que as frutas contêm bioflavinóides, que evitam que o sangue se espesse e obstrua as artérias. Também fortalecem os vasos capilares, e vasos capilares fracos quase sempre provocam sangramentos internos e ataques cardíacos.

Há pouco tempo, conversei com um corredor de maratona, num dos seminários de saúde que promovo. Ele era bastante cético quanto à natureza, mas concordou em fazer uso correto de frutas em sua dieta. Sabe o que aconteceu? Diminuiu 9,5 minutos de seu tempo de maratona. Cortou seu tempo de recuperação pela metade, e qualificou-se para a Maratona de Boston, pela primeira vez em sua vida.

Agora, uma coisa final que gostaria que mantivesse em sua mente sobre frutas.

Como se deve começar o dia?

O que se deve comer no café da manhã?

Você acha que é uma boa idéia pular da cama e encher seu sistema com um grande monte de alimentos, que levará o dia inteiro para digerir? Claro que não.

O que você quer é alguma coisa que seja fácil de digerir, frutas que o corpo pode usar de imediato, e que ajuda a limpar o corpo.

Quando se levantar, e por tanto tempo durante o dia quanto for confortavelmente possível, coma só frutas frescas e sucos feitos na hora. Mantenha esse esquema até pelo menos o meio dia, diariamente.

Quanto mais tempo ficar só com frutas em seu corpo, maior oportunidade de ele limpar-se. Se você começar a se afastar do café e dos outros lixos com que costuma encher seu corpo no começo do dia, sentirá uma nova torrente de vitalidade e energia, tão intensa que você mal acreditará.

Tente durante os próximos dez dias e veja por si mesmo.

(Desconheço a autoria)

Monday, August 27, 2012

Glúten onde menos se espera...


Para você que pensava que o glúten estava presente somente nos produtos alimentícios é bom ter cuidado também com o que usa externamente. Shampoos, sabonetes, cremes, e até pastas dentais podem estar contaminados com o glúten e isso pode lhe causar um problema realmente grave, caso não esteja atento.

Tomei a liberdade de copiar uma lista de produtos de higiene e beleza que contém glúten ou trigo em sua formulação do site do Rio sem Glúten para que possam ter uma noção de onde encontrar os perigos.

Vejam só:

Wheat Derived Ingredients : (Trigo)

Amp-Isostearoyl Hydrolyzed Wheat Protein;
Disodium Wheatgermamido Peg-2 Sulfosuccinate;
Hydrolyzed Wheat Gluten;
Hydrolyzed Wheat Protein;
Hydrolyzed Wheat Protein Pg-Propyl Silanetriol;
Hydrolyzed Wheat Starch  Dextrin Palmitate;
Hydrolyzed Wheat Flour;
Hydrolyzed Wheat Protein/Pvp Crosspolymer;
Hydroxypropyltrimonium Hydrolyzed Wheat Protein;
Stearyldimoniumhydroxypropyl;
Triticum Vulgare (Wheat) Flour Lipids;
Triticum Vulgare (Wheat) Germ Extract;
Triticum Vulgare (Wheat) Germ Oil;
Vitamin E Derived From Wheat Germ Oil ;
Triticum Vulgare (Wheat) Gluten;
Triticum Vulgare (Wheat) Starch;
Wheat Amino Acids;
Wheat Bran Extract;
Wheat Germ Extract;
Wheat Germ Glycerides;
Wheat Germ Oil;
Wheat Germamidopropyldimonium Hydroxypropyl;
Wheat (Triticum Vulgare) Bran Extract;
Wheat Germamidopropalkonium Chloride Wheat Protein;
Wheat Germamidopropyl Ethyldimonium Ethosulfate Yeast Extract;


Oat Derived Ingredients: (Aveia)

Savena Sativa (Oat) Flour;
Avena Sativa (Oat) Kernel Protein;
Oat (Avena Sativa) Extract;
Oat Beta Glucanoat Extract;
Oat Floursodium Lauroyl;
Oat Amino Acids;
Avena Sativa (Oat) Kernel Flour;
Hydrolyzed Oat Flour

Barley Derived Ingredients: (Cevada)

Samino Peptide Complex;
Barley Extract;
Hordeum Vulgare (Barley)  Extract;
Phytosphingosine Extract
Barley Lipids
Secale Cereale (Rye) Seed Flour;

Hydrolyzed Vegetable Protein (Se não especifica fica a  dúvida)
Hydroxypropyl (Quando não especifica qual vegetal  / Pode ser de Trigo)
Cyclodextrin
Dextrin (Pode ser de Soja, Milho, mas se não especifica pode ser de Trigo ou Aveia)
Maltodextrin ( Pode ser de Milho, mas se não especifica fica a dúvida).

Fonte: http://www.riosemgluten.com/lista_de_produtos_de_beleza.htm

Saturday, August 18, 2012

Glúten e Problemas Neurológicos


Eu encontrei este artigo e achei muito interessante e como tem tudo a ver com a temática do blog, decidi fazer minha tradução livre (o original está em inglês e disponibilizarei o link se quiserem verificar) para que possamos compreender um pouco melhor a problemática do "ser Celíaco", que pode ir muito além da questão alimentícia, tão somente. É longo, mas vale a pena ler!

O artigo se entitula "Efeitos Neurológicos da Intolerância ao Glúten" e diz assim:

"Dr. Tom O'Bryan e outros médicos da Clínica Mayo, afirmaram que a Doença Celíaca é, primariamente, uma enfermidade neurológica, e que os sintomas clássicos - primariamente gastrointestinais - são, na verdade, a ponta do iceberg, enquanto outros efeitos fisiológicos são mais comuns. Estes efeitos incluem disfunções neurológicas e de saúde mental significativas, problemas de aprendizagem e de capacidades motora e cognitiva.

Em 2008 eu escrevi um artigo chamado "Glúten, Doença Celíaca e o Cérebro". Abaixo segue um artigo que é um forte argumento para melhor consideração do efeito de sensibilidades alimentares no tratamento de problemas neurológicos e de saúde mental. (...)

'Nutrição para a Mente: Um cérebro livre de glúten para uma melhor saúde mental e neurológica

Mais de 57 imlhões de americanos têm sido diagnosticados com problemas de ordem mental, uma estimativa de um em cada quatro ou cinco adultos. Um estudo recente no Reino Unido revelou que 6% da população sofre de problemas neurológicos que vão do daltonismo à dormência nas mãos e pés e à total imobilidade. Problemas de aprendizagem, retardo no desenvolvimento, e problemas de atenção também têm seu componente neurológico. Enquanto a contaminação ambiental certamente cumpre um papel, seria parte do problema o que estamos comendo?

Uma substância alimentar tem sido associada, cada vez mais, a sintomas neurológicos - Glúten: uma proteína encontrada em cereais como o trigo, centeio, cevada e relacionados. Pessoas com sensibilidade ao glúten vêm sendo estudadas com relação à hereditariedade da Doença Celíaca autoimune, que estima-se afetar, pelo menos, um por cento da população; mas a sensibilidade ao glúten pode estar presente na forma de intolerância ao glúten - dificuldade digestiva em processar a proteína dos grãos relacionados - que pode afetar a uma parcela muito maior da população. Sensibilidade ao glúten pode levar a efeitos neurológicos e de saúde mental em várias formas, incluindo: como gatilho a respostas inflamatórias autoimunes através do sistema nervoso; produzindo efeitos narcotizantes no cérebro; induzindo mudanças nos fluídos cerebrais, ou na corrente sanguínea; e, através da Doença Celíaca, causar a má absorção de nutrientes chave necessários para uma optima saúde mental e neurológica.

Engajar-se em um estudo compreensivo de mais de quarenta problemas mentais e neurológicos relacionados à Doença Celíaca e Intolerância ao Glúten requereria inúmeros volumes e uma vida de estudos. Observem na tabela abaixo a lista de problemas neurológicos e de saúde mental que podem estar relacionados à Doença Celíaca.

Transtorno de Déficit de Atenção
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
Alzheimer
Ansiedade
Dificuldade Motora
Dificuldade Motora com Atrofia Muscular
Autismo
Desordem Bipolar
Ataxia Cerebral
Pouca Oxigenação do Cérebro
Inflamação Cerebral
Demência
Depressão
Retardo de Desenvolvimento
Dificuldade para Escrever
Epilepsia
Encefalite
Distúrbio da Habilidade Motora Fina
Esquizofrenia
Distúrbio Motor ao Caminhar
Dor de Cabeça
Enfermidade de Huntington
Hipotonia
Paralisia Muscular
Distúrbios de Aprendizagem
Encefalopatia
Esclerose Múltipla
Perda Muscular
Narcolepsia
Neuromiotonia
Parkinson
Neuropatia Periférica
Encefalopatia Periférica Multifocal
Encefalopatias Progressivas
Tiques e Movimentos Incontroláveis
Mal Estar'.

Os que estudam a Doença Celíaca, a exemplo do Dr. Thomas O'Bryan, sempre afirmam que os sintomas gastrointestinais comumente agrupados como "sintomas clássicos da Doença Celíaca" são apenas a ponta do iceberg, e que enfermidades neurológicas relacionadas ao consumo do glúten são muito mais prevalentes na população do que se imagina. Recentemente isso parece estar se tornando um consenso.

Sabemos que determinadas comidas, incluindo o glúten, podem desencadear problemas neurológicos e sintomas comportamentais; sabemos também que pessoas que experimentam incapacidade de aprendizado, instabilidade de humor, doença mental, e inclusive comportamento criminal, podem mudar os hábitos alimentares e podem superar os comportamentos prévios e viver uma vida saudável e produtiva. Uma revisão em um trabalho de Barbara Reed Stitt com criminosos, revela como condições mentais prevalentes e o acompanhamento de condições médicas, a exemplo da hipoglicemia reativa são presentes entre os encarcerados. Tratar prisioneiros com uma dieta apropriada é uma grande fonte de economia nos cuidados da saúde, especialmente considerando que os EUA têm a maior incidência de encarceramentos do mundo - 3.2% de todos os americanos adultos. (Há quase 100.000 jovens nas casas de correção). Em média os estados gastam 7% do orçamento anual em prisões.

(...)

Ainda temos um longo caminho a seguir no entendimento de todos os mecanismos patológicos por trás de problemas neurológicos e de saúde mental, e que papel a alimentação e as substâncias a ela relacionadas jogam no desenvolvimento dos sintomas. No entanto, a evidência clínica, colhida de renomados jornais, é significante. Centenas de milhares de pessoas que sofrem diariamente com problemas neurológicos e de saúde mental relacionados a substâncias encontradas em comidas comuns do dia-a-dia, podem fazer escolhas da dieta que podem ter um impacto positivo em sua saúde, livrando-os da dificuldade com que viveram toda sua vida, e, em alguns casos, ajudá-los a se recuperar completamente. É tempo que o público esteja mais alerta a esta importante conexão - que o que comemos tem o poder de definir quem somos como individuais. Somos o que comemos, e isso é de vital importância para determinarmos nossa dieta como parte integral em qualquer plano de tratamento, evitando correr exclusivamente em direção aos fármacos no que concerne ao tratamento de enfermidades neurológicas crônicas e mentais.

Uma das questões mais críticas que encontramos na sociedade é: por que não implementamos ainda, em larga escala, mudanças alimentares necessárias para o começo desta mudança? E, significativamente, por que instituições alimentares - tais como as encontradas nas escolas, hospitais e prisões - ainda estão repletas de problemas em relação a alimentação? Nossas instituições permitem as mudanças necessárias para acomodar reações individuais a comidas, incluindo pessoas sensíveis ou alérgicas, ou intolerantes? É tempo que cada médico, professor, sistema de ensino, hospitais e instituições correcionais abram os olhos e comecem a implementar um largo sistema de mudanças. Oferecer opções aos Celíacos significa ir muito além que oferecer saladas sem croutons ou sanduiches sem pão! Significa oferecer alimentos livres de glúten, naturalmente preparados e atrativos, como grãos seguros, vegetais da estação. Custa mais oferecer este tipo de alimentação às crianças em desenvolvimento, para nossa população médica e psicologicamente fragilizada? Sim, custa. Mas o custo da produção de alimentos pode ser balanceada com o peso de nosso sistema de saúde fora de controle, e do sofrimento daqueles com desordens mentais e neurológicas tratáveis, ou mesmo preventivas.

Alguns cientistas sugerem que o meio ambiente tem um papel de destaque em problemas neurológicos e de saúde mental, mas, eu acho que também necessitamos nos perguntar - enquanto sociedade - como estamos nos alimentando, e no que depende de nós, pode ser melhor? Já sabemos a resposta. Também sabemos que nutrição começa em casa, assim, espero que cada pai aprenda a prestar atenção aos sinais sutis ou não sutis de sensibilidades alimentares em seus filhos, e escolher sua alimentação adequadamente. Sabemos agora que "comer tudo no prato a sua frente" não é sempre o melhor conselho. Como nação, enfrentamos uma endemia de obesidade infantil, aumento de alergias nas escolas, aumento de diagnósticos de Autismo, e uma em cada cinco crianças sofrendo com problemas de aprendizagem. Como mãe e profissional da saúde, isso realmente me assusta. Se continuarmos neste caminho, estaremos nos encaminhando para a piora da saúde de nossa nação e dificlmente cuidaremos bem do futuro de nossas crianças".

Wendy L Cohan, RN, November, 2010 - Gluten Free Choice Consulting (http://www.glutenfreechoice.com/neurological_effects_of_gluten_intolerance)

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